O Museu do Chocolate Garoto, integrado a uma das maiores fábricas de chocolate do mundo, narra a trajetória de sucesso da marca fundada pelo imigrante alemão Henrique Meyerfreund em 1929. O tour pelo museu explora desde as origens do cacau e os primeiros processos manuais de fabricação até a modernização industrial e os produtos icônicos que fazem parte da memória afetiva dos brasileiros. Além do acervo histórico com embalagens antigas e máquinas clássicas, a visita oferece uma imersão sensorial no universo do chocolate, culminando na famosa loja de fábrica. É um símbolo do patrimônio industrial de Vila Velha e um destino obrigatório para quem deseja conhecer os segredos por trás das famosas 'caixas amarelas'.
Endereço
Praça Meyerfreund, 1 - Glória, Vila Velha - ES
Horário de funcionamento
Aberto agora
Quinta-feira | 08:30 – 16:30
Telefone
Acessibilidade
Acessibilidade Plena
Público
Ideal para Crianças
Visitas
Aceita Grupos
Fundação
2001
"A visita ao museu é guiada, você não pode andar a vontade pelo espaço, o guia conduz você por todo museu em aproximadamente 20 minutos e as explicações deixam um pouco a desejar. Não justifica cobrar R$35 por essa visita. Minha dica para todos que tem uma memória afetiva com a Garoto é: Pegue seus 35 reais e gaste na loja, onde você anda a vontade e reamente enxerga algum chocolate, mas não se iluda achando que vai comprar muita coisa, os preços são iguais ou até maiores do que nas redes de supermercado (R$89 o kg dos bombons, R$119 o kg dos tabletes talento). Se você comprar ingressos com antecedência no site você vai pagar taxa de serviço e vai enfrentar fila igual na bilheteria da garoto pra trocar seu ingresso por uma pulseira"
"Decepcionante! Definitivamente não vale a pena. Bem desorganizado e curto o passeio, são apenas 2 salas e vc nem entra na fábrica, não vê produção de chocolates, não experimenta nenhum chocolate, ou seja, uma perda de tempo. Melhor gastar o valor do ingresso na loja da fábrica que, aliás, não tem preços atrativos, mas vale a visita na loja pela variedade de produtos Garoto."
"Gostei bastante da experiência. Amo saber sobre a história das empresas e dos produtos que consumo. Gostei muito da entrada com os pés de cacau cheios de frutas. Muito bonito de ver. Também foi muito nostálgico ver as embalagens antigas dentro do museu. Mas achei o museu bem pequeno e o passeio foi bem curto. Com uma história dessas o museu poderia ser um pouco maior, receber mais visitantes por visita, talvez. E o principal, que a experiência acabou sendo atrapalhada pelos barulhos das obras, mesmo com fones de ouvido. Dava pra escutar claramente a narração da guia pelos fones, o que foi ótimo. Mas o barulho continuava muito evidente e atrapalhando toda a experiência. Logo, acabou deixando a desejar. Mas nossa guia era muito experiente e profissional. Foi um passeio agradável e interessante e anda ganhamos chocolates. Recomendo muito levarem as crianças, elas vão amar o passeio e experiência. Só não sei se há horários do passeio que possam ser mais silenciosos rs."
"Experiência muito interessante. Na visita começamos o processo de fabricação do chocolate desde o plantio até a fase final. Contém a história da marca… E no final a visita termina na loja da Garoto… prepare o bolso pois a compra é irresistível."
"A visita ao Museu da Chocolate Garoto é bem básica, no sentido mais literal da palavra. O conteúdo apresentado é simples e a experiência passa de forma muito rápida pelas salas, o que acaba não permitindo um envolvimento maior com a história da marca. As explicações são rasas e não aprofundam aspectos que poderiam tornar a visita mais interessante. Em algumas salas, o ambiente estava bastante quente, o que prejudica o conforto durante o percurso. O tempo de permanência no museu é curto, e a passagem entre os espaços acontece de forma acelerada. Para quem não conhece absolutamente nada sobre a história da Garoto, até pode valer a pena como uma introdução. Porém, para quem já tem alguma familiaridade com a marca, a experiência deixa a desejar. A visita certamente ficará melhor quando o acesso à fábrica for liberado. Enquanto isso não acontece, a experiência do museu, da forma como está hoje, não justifica muito a visita."
Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Quinta a domingo, das 10h às 18h
Centro, Diamantina
Segunda a sexta, das 9h às 17h
Barra de Guaratiba, Rio de Janeiro
Terça a sábado, com visitas agendadas
Centro Histórico, Mariana
Terça a domingo, das 8h às 17h
Praça da Estação, Belo Horizonte
Terça a sexta, 10h às 17h; Sábado, 9h às 17h
Ipiranga, São Paulo
Terça a domingo, 10h às 17h (Entrada até 16h30)
Campo dos Afonsos, Rio de Janeiro
Terça a domingo, das 9h às 16h
Centro Histórico, Vassouras
Quarta a sábado, 10h às 17h; Domingo, 10h às 14h