Ocupando as antigas instalações da Hospedaria de Imigrantes do Brás, o museu preserva a história afetiva e documental de milhões de pessoas que cruzaram o oceano em busca de uma nova vida no Brasil. Além de seu acervo físico, o museu conta com um centro de preservação digital de registros de passageiros e registros históricos de nacionalidades diversas. Seus belos jardins com árvores centenárias e a arquitetura preservada do século XIX criam uma atmosfera de introspecção sobre as migrações mundiais e a formação da multiplicidade cultural brasileira.
Endereço
Rua Visconde de Parnaíba, 1316 - Mooca, São Paulo - SP
Horário de funcionamento
Aberto agora
Quinta-feira | 09:00 – 17:00
Telefone
Ingressos
Sábados, durante todo o dia.
Acessibilidade
Acessibilidade Plena
Público
Ideal para Crianças
Visitas
Aceita Grupos
Fundação
1998
"Um dos meus lugares favoritos em São Paulo! A visita guiada é muito legal para entender melhor o Museu e o que ele significa pra nossa história. O passeio de Maria Fumaça me surpreendeu muito, com 30 minutos de passeio entre o Brás e Juventus-Mooca, passando pelos antigos trens estacionados e contando a história das rotas antigas. Minha sugestão é: ir aos SÁBADOS! A entrada é gratuita e o passeio de Maria Fumaça apesar de ser pago, aceita carteira do estudante que proporciona meia entrada. Irei fazer um video completo no meu instagram sobre o passeio, pra quem quiser buscar: @kajandrey. Pra finalizar, aproveitem pra tomar um café na cafeteria do museu e se teletransportar pro passado :)"
"O Museu da Imigração é um espaço emocionante e extremamente necessário para compreender a formação cultural do Brasil. Instalado em um prédio histórico muito bem preservado, o antigo Hospedaria dos Imigrantes, o museu consegue unir memória, história e sensibilidade de forma acessível e envolvente. As exposições são bem organizadas, interativas e convidam à reflexão sobre as trajetórias, desafios e sonhos de milhares de pessoas que ajudaram a construir o país. É impossível não se emocionar com os relatos, documentos e objetos que contam histórias reais de deslocamento, pertencimento e identidade. Além do conteúdo riquíssimo, o espaço é bonito, acolhedor e conta com uma ótima área externa. A equipe é atenciosa e o museu costuma oferecer exposições temporárias e atividades culturais muito interessantes. Uma visita indispensável para quem gosta de história, cultura e para quem quer entender melhor nossas raízes e a diversidade que forma o Brasil. Tem uma cafeteria linda e banheiros limpos e acessíveis. Aos sábados entrada gratuita."
"Lugar muito lindo, conta diversas histórias e nos faz refletir sobre como a vinda de imigrantes japoneses, italianos, espanhóis e tambem a propria população de outros estados fora de São Paulo vieram tentar a vida por aqui. Existem objetos utilizados no próprio alojamento do Brás e uma sala gigantesca com diversas camas onde deitamos e em algumas podemos ouvir relatos de pessoas da época. Unica coisa que me chateou foi o atendimento da cafeteria, a atendente teve um certo desdém com minhas dúvidas sobre os produtos, além do que meu capuccino veio muito aguado (não sei se foi intencional). Tirando isso, aconselho a visita ao museu!"
"Que lugar lindo! Tive o prazer de estar aí e agora quero levar todos os meus amigos, conta com um jardim encantador, fácil de chegar a pé e de transporte público. Amei muito, nota 10! Para quem quer vir pra São Paulo, recomendo visitar esse lugar e tentar achar seu sobrenome na parede! É muito divertido e conta com espaços pra você sentar e descansar."
"O local histórico em que se encontra o museu já por si seria parada obrigatória pra todos nós: observar o local em que os imigrantes chegavam (há uma estação que recria o ambiente da época com passeios curtos com a locomotiva aos fins de semana - eu não fiz), o jardim, a arquitetura do casarão-palacete, a sala de boas-vindas, a lojinha, o café, o mini playground pra crianças, tudo foi muito bem desenhado pra trazer à memória do visitante algo que provavelmente conversa com nossa família. Ver o paredão de sobrenomes, ouvir as histórias de quem passou por aquela casa em outra época, ver as fotos, o mobiliário, conhecer dados e fatos de pesquisas universitárias, há um pouco de tudo na nova exposição central. Visitei também uma sobre a seda que estava linda! Outra de fotografias... enfim, um passeio de uma manhã inteira ou mais. É possível ir caminhando da estação de metrô. Não senti insegurança: há lugar de instrumentos musicais e roupas religiosas ao redor e muitas obras. Há vagas 45° na rua também. Parabéns à equipe curadora do museu por inserir peças que fazem menção às culturas de países africanos. Há obras sensoriais, e acessibilidade naquilo que pude perceber, embora não seja expert. Explicações em inglês. Percebi muitos imigrantes nas salas, mas eles não se colocaram como orientadores, apenas observadores da preservação dos espaços. Visita imperdível!"
Enseada do Suá, Vitória
Terça a domingo e feriados, das 10h às 17h
Parque Ibirapuera, São Paulo
Sede Ibirapuera temporariamente fechada para reformas (previsão Julho 2026)
Centro, Rio de Janeiro
Terça a domingo, das 11h às 18h (Bilheteria até 17h)
Campos Elíseos, São Paulo
Quinta a sábado, das 10h às 17h
Praça da Liberdade, Belo Horizonte
Quarta a segunda, das 10h às 22h
Centro Histórico, Itu
Terça a domingo, das 10h às 17h
Centro Histórico, Ouro Preto
Terça a sábado, 10h às 17h; Domingo, 10h às 15h
Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Quinta a domingo, das 10h às 18h