O Museu das Culturas Indígenas (MCI) é uma instituição pioneira no Brasil, concebida sob o conceito de 'museologia compartilhada'. Gerido em colaboração direta com conselhos indígenas, o museu garante que as narrativas e exposições reflitam o protagonismo e a visão de mundo dos povos originários, e não apenas uma visão externa sobre eles. Localizado no bairro da Água Branca, o MCI é um centro vivo de diálogo intercultural que utiliza arte, objetos rituais e tecnologia para desmistificar preconceitos e celebrar a sofisticada intelectualidade e resistência das centenas de etnias que habitam o território brasileiro.
Endereço
Rua Dona Germaine Burchard, 451 - Água Branca, São Paulo - SP
Horário de funcionamento
Aberto agora
Quinta-feira | 09:00 – 20:00
Telefone
Ingressos
Entrada gratuita às quintas-feiras.
Acessibilidade
Acessibilidade Plena
Visitas
Aceita Grupos
Fundação
2022
"O Museu das Culturas Indígenas (MCI), inaugurado em julho de 2022 na Água Branca, São Paulo, é um espaço de destaque voltado à valorização e preservação das artes, saberes e memórias dos povos originários. Resultado de lutas, o MCI funciona com gestão compartilhada, apresentando exposições contemporâneas e tradicionais com protagonismo indígena. Contexto e Inauguração: Inaugurado em 2022, o MCI é uma iniciativa da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo. Ele foi criado após intensa mobilização dos povos originários, incluindo o povo Guarani, para ter um espaço de representação na capital paulista. Protagonismo Indígena: O museu é gerido pela ACAM Portinari, em parceria com o Instituto Maracá e o Conselho Indígena Aty Mirim. Essa estrutura garante que os próprios povos indígenas definam o conteúdo, as exposições e o, sendo um "museu vivo" de resistência. Localização: Fica na Rua Dona Germaine Burchard, 451, no bairro da Água Branca, próximo ao Parque da Água Branca, no Complexo Baby Barione. Acervo e Exposições: O MCI abriga exposições que combinam arte contemporânea e artefatos tradicionais, abordando temas como território, ancestralidade e sustentabilidade. Exemplos incluem a mostra "Ineri" sobre a relação com a natureza e "Em Dupi Porã" sobre o povo Guarani do Jaraguá. Atividades: O local oferece oficinas, encontros, vivências culturais e uma feira de artesanato."
"Não é um museu de acervo, mas de exposições interativas interessantíssimas! Recomendo dar uma olhada na programação no Instagram, pois no dia que fomos teve uma oficina de maracás que deve ter sido sensacional (infelizmente quando soubemos não tinha mais vagas) e também ia ter atividades especiais de dia das crianças. Na entrada do local tinha também artesanatos à venda, com preço super justo. Fomos muito bem recebidos! Recomendo!"
"Fomos recepcionadas hoje por Emerson Bare e Kawakani mehinako e eles foram muito atenciosos com nossa família , sou muito grata por existir o museu e esses mestres que preservam a maior riqueza brasileira: os povos indígenas."
"Lugar incrível, tem artesãos na entrada, exposições excelentes e a equipe é atenciosa, vale a visita. Mas procurem entrar no site pra tirar dúvidas sobre visitações em grupos e sobre ações audiovisuais, como tirar fotos e filmagens, pois algumas obras tem direitos autorais."
"Já estive no MCI algumas vezes. O museu é um espaço incrível! A estrutura física está sendo constantemente aprimorada, mas o verdadeiro tesouro são as pessoas. As ações e visitas são coordenadas pelos mestres dos saberes, pessoas indígenas de diferentes etnias que dão uma verdadeira aula aos visitantes. É uma experiência riquíssima e transformadora. O atendimento do museu é impecável do agendamento à monitoria, e conhecer cada profissional que ali atua é um verdadeiro privilégio. Todos são excepcionais e fazem um trabalho muito importante com dedicação e carinho, mas minha educadora preferida é a maravilhosa Sônia Ara Mirim. Todas as pessoas que tiverem a oportunidade deveriam visitar o MCI. A gente sai de lá transformado e enriquecido pelas trocas e pelos saberes compartilhados pelos mestres. Recomendo para a população em geral, especialmente para educadores e estudantes, principalmente para crianças a partir do Ensino Fundamental. É uma grande oportunidade para se aprender a respeitar e valorizar a diversidade étnico-racial do nosso país. Visitem o espaço e apreciem as culturas indígenas! ❤️"
Glória, Vila Velha
Segunda a sexta, 9h às 16h; Sábados, 9h às 13h15
Juiz de Fora, MG
Terça a domingo, das 9h às 18h
Manguinhos, Rio de Janeiro
Terça a sexta, 9h às 16h30; Sábados, 10h às 16h
Sambódromo, Rio de Janeiro
Segunda a sábado, das 10h às 17h
Campo dos Afonsos, Rio de Janeiro
Terça a domingo, das 9h às 16h
Urca, Rio de Janeiro
Terça a sábado, das 10h às 16h
Santa Teresa, ES
Terça a domingo, das 8h às 17h
Quiririm, Taubaté
Terça a sexta, 9h às 17h; Sábados e domingos, 11h às 16h