O Museu das Culturas Indígenas (MCI) é uma instituição pioneira no Brasil, concebida sob o conceito de 'museologia compartilhada'. Gerido em colaboração direta com conselhos indígenas, o museu garante que as narrativas e exposições reflitam o protagonismo e a visão de mundo dos povos originários, e não apenas uma visão externa sobre eles. Localizado no bairro da Água Branca, o MCI é um centro vivo de diálogo intercultural que utiliza arte, objetos rituais e tecnologia para desmistificar preconceitos e celebrar a sofisticada intelectualidade e resistência das centenas de etnias que habitam o território brasileiro.
Endereço
R. Dona Germaine Burchard, 451 - Água Branca, São Paulo - SP, 05002-062, Brasil
Horário de funcionamento
Fechado agora
Sábado | 09:00 – 18:00
Telefone
Ingressos
Entrada gratuita às quintas-feiras.
Acessibilidade
Acessibilidade Plena
Público
Ideal para Crianças
Visitas
Aceita Grupos
Fundação
2022
"O Museu das Culturas Indígenas (MCI), inaugurado em julho de 2022 na Água Branca, São Paulo, é um espaço de destaque voltado à valorização e preservação das artes, saberes e memórias dos povos originários. Resultado de lutas, o MCI funciona com gestão compartilhada, apresentando exposições contemporâneas e tradicionais com protagonismo indígena. Contexto e Inauguração: Inaugurado em 2022, o MCI é uma iniciativa da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo. Ele foi criado após intensa mobilização dos povos originários, incluindo o povo Guarani, para ter um espaço de representação na capital paulista. Protagonismo Indígena: O museu é gerido pela ACAM Portinari, em parceria com o Instituto Maracá e o Conselho Indígena Aty Mirim. Essa estrutura garante que os próprios povos indígenas definam o conteúdo, as exposições e o, sendo um "museu vivo" de resistência. Localização: Fica na Rua Dona Germaine Burchard, 451, no bairro da Água Branca, próximo ao Parque da Água Branca, no Complexo Baby Barione. Acervo e Exposições: O MCI abriga exposições que combinam arte contemporânea e artefatos tradicionais, abordando temas como território, ancestralidade e sustentabilidade. Exemplos incluem a mostra "Ineri" sobre a relação com a natureza e "Em Dupi Porã" sobre o povo Guarani do Jaraguá. Atividades: O local oferece oficinas, encontros, vivências culturais e uma feira de artesanato."
"Já estive no MCI algumas vezes. O museu é um espaço incrível! A estrutura física está sendo constantemente aprimorada, mas o verdadeiro tesouro são as pessoas. As ações e visitas são coordenadas pelos mestres dos saberes, pessoas indígenas de diferentes etnias que dão uma verdadeira aula aos visitantes. É uma experiência riquíssima e transformadora. O atendimento do museu é impecável do agendamento à monitoria, e conhecer cada profissional que ali atua é um verdadeiro privilégio. Todos são excepcionais e fazem um trabalho muito importante com dedicação e carinho, mas minha educadora preferida é a maravilhosa Sônia Ara Mirim. Todas as pessoas que tiverem a oportunidade deveriam visitar o MCI. A gente sai de lá transformado e enriquecido pelas trocas e pelos saberes compartilhados pelos mestres. Recomendo para a população em geral, especialmente para educadores e estudantes, principalmente para crianças a partir do Ensino Fundamental. É uma grande oportunidade para se aprender a respeitar e valorizar a diversidade étnico-racial do nosso país. Visitem o espaço e apreciem as culturas indígenas! ❤️"
"Um espaço de protagonismo e resistência: O museu onde os indígenas contam sua própria história! Visitar o Museu das Culturas Indígenas é um exercício de desconstrução e aprendizado. Diferente de outros museus onde objetos são expostos como "relíquias do passado", aqui a cultura é viva, pulsante e explicada pelos próprios indígenas. História e Conceito: O MCI é um marco histórico por ser gerido em parceria com o Instituto Maracá e o Conselho Indígena Aty Mirim. Isso significa que as decisões sobre o que é mostrado e como é falado passam pelo crivo dos povos originários. O museu ocupa um prédio imponente de sete andares na zona oeste, transformando um espaço urbano em um território de diálogo sobre os saberes ancestrais, a arte contemporânea indígena e a luta por direitos. O que você vai encontrar: Curadoria Viva: As exposições são temporárias e muitas vezes interativas, focando em temas como cosmologia, artes visuais e a relação com a natureza. Mestres de Saberes: Em vez de apenas seguranças ou monitores comuns, você frequentemente encontra indígenas de diversas etnias que atuam como educadores, prontos para uma conversa profunda sobre suas tradições. Arquitetura e Espaço: O prédio conta com espaços de convivência, auditório e uma vista interessante da região. Loja de Arte Indígena: No térreo, há uma loja com artesanatos e artes autênticas, onde a renda volta diretamente para as comunidades produtoras. Dicas Importantes: Entrada Gratuita: Geralmente, a entrada é gratuita às quintas-feiras (vale conferir o site oficial antes de ir). Nos outros dias, o preço é bem acessível. Programação Cultural: O museu é muito dinâmico. Antes de ir, veja se não há rodas de conversa, oficinas de grafismo ou apresentações de canto e dança acontecendo no dia. Acesso: Fica muito perto da Estação Palmeiras-Barra Funda (Caminhada de 10 a 15 minutos). Combine o Passeio: Ele fica literalmente ao lado do Parque da Água Branca. É o combo perfeito para um sábado cultural e de natureza. Veredito: É um local de escuta ativa. Vá de coração aberto para ouvir perspectivas que raramente aparecem nos livros escolares. É educativo, emocionante e esteticamente belíssimo."
"Fomos recepcionadas hoje por Emerson Bare e Kawakani mehinako e eles foram muito atenciosos com nossa família , sou muito grata por existir o museu e esses mestres que preservam a maior riqueza brasileira: os povos indígenas."
"Não é um museu de acervo, mas de exposições interativas interessantíssimas! Recomendo dar uma olhada na programação no Instagram, pois no dia que fomos teve uma oficina de maracás que deve ter sido sensacional (infelizmente quando soubemos não tinha mais vagas) e também ia ter atividades especiais de dia das crianças. Na entrada do local tinha também artesanatos à venda, com preço super justo. Fomos muito bem recebidos! Recomendo!"
Água Verde, Curitiba - PR
Segunda a sexta, 10h às 17h30
Ingá, Niterói - RJ
Terça a domingo, das 10h às 17h
Pinheiros, São Paulo - SP
Terça a domingo, 11h às 19h
Meireles, Fortaleza - CE
Quarta, quinta e domingo, 10h às 18h; Sexta e sábado, 13h às 20h
Prainha, Vila Velha - ES
Diariamente, das 7h às 16h30
Ipiranga, São Paulo - SP
Terça a domingo, 10h às 16h
Barra de Guaratiba, Rio de Janeiro - RJ
Terça a sábado, 9h30 às 13h30
Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis - SC
Visitas mediante agendamento