O Museu do Diamante, unidade do IBRAM em Diamantina, ocupa temporariamente a histórica Casa da Chica da Silva enquanto sua sede original passa por revitalização. O acervo é dedicado à memória da exploração diamantífera no antigo Distrito Diamantino, exibindo desde ferramentas de garimpo e minerais brutos até mobiliário e arte sacra do século XVIII. O museu explora as complexas relações sociais de uma região que viveu sob um regime tributário e administrativo distinto do resto de Minas, destacando a riqueza e as contradições de uma sociedade moldada pelo brilho das pedras preciosas. É um ponto de referência essencial para compreender a aura mística e o rigor histórico que definem a cidade de Diamantina.
Endereço
Rua Direita, 14 - Centro, Diamantina - MG
Horário de funcionamento
Aberto agora
Quinta-feira | 10:00 – 17:00
Telefone
Ingressos
Entrada gratuita todos os dias.
Acessibilidade
Acessibilidade Plena
Visitas
Aceita Grupos
Fundação
1954
"Ameei!! E ainda saber a história da Chica da Silva, tivemos uma monitora maravilhosa onde explicou cada detalhe que nem imaginavamos que ocorreu na história dela. Inclusive quem tiver fazendo a estrada real lá carimba o passaporte."
"Localizado no centro histórico de Diamantina, cidade Patrimônio Cultural da Humanidade e abrigado na Casa de Chica da Silva, situada no início da Estrada Real, antigo caminho colonial por onde passavam o ouro e o diamante responsáveis por grande parte da riqueza da coroa portuguesa. De tipologia histórica, o Museu do Diamante/Ibram tem sua atuação marcada pelo atendimento ao visitante, que busca conhecer os contextos que favoreceram a vocação da cidade de Diamantina, desde o Arraial do Tijuco até a atualidade como polo minerador, em especial do ouro, prata, ferro e do diamante, Esse contexto habilita o Museu a ser um espaço de divulgação da memória, da história social e da cultura da cidade de Diamantina e de seus personagens, se apresentando como um importante marco histórico e um significativo lugar da memória de Diamantina, revelando aspectos representativos da história da cidade. Seu acervo é formado por objetos de estilos e tipologias diversas, sendo que o museu se constitui em importante espaço de informação e memória tanto, para a população de Diamantina, quanto para estudantes, turistas e visitantes. Entre os objetos sob a guarda do Museu do Diamante podemos encontrar um vasto acervo de numismática, mineralogia, objetos pessoais e mobiliário, além de instrumentos utilizados no processo de mineração do ouro e diamante, que juntos compõem o quadro do que foi o processo de formação e ocupação do norte de Minas Gerais. Além disso, o Museu também possui um acervo fotográfico significativo para a história da cidade e seu entorno, composto por imagens de personalidades de Diamantina, das ruas, do casario e dos monumentos da cidade, bem como sobre a mineração e o garimpo na região. O acervo possibilita uma reflexão sobre os processos históricos da mineração diamantífera e do garimpo realizado na cidade e seu entorno, durante os séculos XVIII e XIX."
"Este lindo museu está junto com o museu da Chica da Silva. Um museu lindo. Com os acervos da Chica, ficou brilhante. Vele a pena conhecer."
"O lugar encontra-se interditado por risco de desabamento. Algumas peças que faziam parte do local estão a mostra na casa de Chica da Silva. Visitei em 05/01/2026. Só funciona de segunda a sexta."
"Museu do Diamante Claro que em Diamantina, cidade dos diamantes, teria um Museu do Diamante, porém seu acervo abrange muito mais que pedras preciosas e poderia também ser denominado Arquivo Histórico. Apesar do nome, o Museu do Diamante tem acervo diversificado, é o lugar perfeito para o viajante compreender, por intermédio da apreciação de objetos, o progresso histórico da cidade de maneira completa. Há replicas de diamantes, objetos usados no garimpo, pedras preciosas, também salas com esculturas de arte sacra, instrumentos utilizados para torturar os escravos, móveis, máquinas de escrever e muitos exemplares de uma cidade que exemplifica muito bem o que foi o Brasil no período colonial e na época do império. A primeira sala é dedicada ao garimpo, com algumas réplicas de diamante, amostras de outras pedras e instrumentos utilizados para garimpagem. Há uma sala dedicada à arte sacra, com várias imagens de santos, crucifixos, confessionário e oratório. Em outra sala, muitas partes de imagens, como pés, mãos e cabeças. Um pedaço da parte mais triste de nossa História também é retratado, com a exposição de objetos utilizados para prender e torturar pessoas escravizadas que eram exploradas na região. Hoje o museu é mantido pelo IBRAM e ainda está sendo reestruturado, portanto, ainda não há visitas guiadas, mas, para dúvidas, pergunte aos guardas ou à recepcionista, que sabem tudo sobre o acervo e são muito solícitos em nos responder.,"
Alto da Boa Vista, Rio de Janeiro
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Botafogo, Rio de Janeiro
Terça a domingo, das 10h às 18h
Centro, São João del-Rei
Quarta a domingo, das 9h às 17h
Ipiranga, São Paulo
Terça a domingo, das 10h às 17h (Entrada até às 16h)
Centro, Itu
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Vila Mariana, São Paulo
Terça a domingo, das 10h às 21h
Centro, São João del-Rei
Terça a sexta, 10h às 18h; Sábados e domingos, 13h às 17h
Vila Buarque, São Paulo
Segunda a sexta, das 9h às 16h