Instalado num impressionante palacete oitocentista construído originalmente para os príncipes de Joinville, este museu retrata vividamente o profundo impacto do movimento imigratório alemão e suíço no sul do Brasil. Todo o quarteirão funciona como um complexo: além da casa principal ricamente mobiliada mostrando o cotidiano da burguesia e dos colonos do século XIX, os jardins circundantes contam com maquinários agrícolas da revolução industrial, engenhos antigos de erva-mate, e meios de transporte como carruagens. É a síntese da transformação de uma colônia florestal em uma das cidades mais industrializadas do país.
Endereço
R. Rio Branco, 229 - Centro, Joinville - SC, 89201-080, Brasil
Horário de funcionamento
Fechado agora
Sexta-feira | 10:00 – 16:00
Telefone
Ingressos
Entrada Gratuita
Acessibilidade
Acessibilidade Plena
Público
Ideal para Crianças
Visitas
Aceita Grupos
Fundação
1961
"Visitar o Museu Nacional da Imigração e Colonização é fazer uma verdadeira viagem no tempo — uma experiência que vai muito além de objetos expostos em vitrines. O museu apresenta de forma clara e sensível como se deu o processo de colonização da região Sul do Brasil: o que impulsionou a vinda de milhares de imigrantes, os interesses políticos e econômicos envolvidos e a intensa propaganda feita pelo governo brasileiro na época, que vendia a ideia de uma terra promissora, fértil e cheia de oportunidades. Ao longo da visita, somos convidados a refletir sobre a dura travessia pelo oceano, marcada por incertezas, medo e esperança, e o choque de realidade vivido por essas pessoas ao chegarem aqui — muitas vezes encontrando condições bem diferentes daquelas prometidas. O museu também não foge de temas delicados e necessários: o choque cultural com os povos originários, os conflitos, as violências silenciadas pela história oficial e a política de embranquecimento do Brasil, que esteve diretamente ligada ao incentivo à imigração europeia. Tudo isso é apresentado de forma responsável, crítica e contextualizada, o que torna a experiência ainda mais rica. Mais do que contar uma história, o museu provoca reflexão. Ele nos lembra que entender o presente exige, inevitavelmente, olhar para o passado — inclusive para suas partes mais duras e incômodas. É um espaço que informa, emociona e convida ao pensamento crítico. Recomendo fortemente a visita a qualquer pessoa que queira compreender melhor a formação social, cultural e histórica do Brasil. Depois dessa experiência, é impossível sair indiferente."
"Um ótimo lugar para aprender sobre a história e as culturas antigas de Joinville que predominam até hoje. O lugar é bem bonito e bem conservado, há vários objetos antigos de 1800 em diante para estudar e ver. As recepcionistas e quem trabalhava lá eram bem gente boas, explicavam tudo certinho e falavam bem gentilmente. O melhor de lá é a parte de fora, com as casinhas antigas e as máquinas de suco, moinho e serralheira."
"O lugar é bonito, o atendimento é simpático, o acervo conta a história da imigração, mas esse museu sofre da mesma doença de vários outros espalhados pelo país: a influência marxista na formação dos museólogos e historiadores, que querem de toda a forma "educar" (conscientizar, doutrinar, catequizar, qualquer que seja o nome) o público visitante segundo a política identitária de extrema-esquerda. Óbvio que para Santa Catarina vieram pessoas de diversos lugares do mundo, mas há uma insistência em citar a população escravizada de origem africana em vários momentos, inclusive com cartazes enaltecendo militantes do movimento negro do estado. A primeira coisa que pensei foi: tudo bem de citar afrodescendentes num museu em local predominantemente alemão. Mas não vemos imigração alemã, italiana ou portuguesa nos museus afros..."
"Adoramos o museu, foi uma grata surpresa! Entrada grátis:) A casa é super bonita e bem cuidada, o atendimento de todos os monitores é ótimo e o acervo é muito legal. Recomendamos a visita."
"Tudo maravilhoso além do local ser um charme o atendimento deles é perfeito... Indico para levar a família, amigos ou simples andar pelo espaço com a sua própria companhia. Já visitei algumas vezes, hoje estive só para ver a casa enxamel"
Centro, Pelotas - RS
Terça a sábado, 13h às 18h
Centro Histórico, Manaus - MA
Segunada a sexta, 09h às 17h
Avenida Paulista, São Paulo
Terça, 10h às 20h; Quarta a domingo, 10h às 18h; Sexta, 10h às 21h
Vila Mariana, São Paulo
Quarta a segunda, 11h às 19h
Centro, Rio de Janeiro
Segunda a sexta, das 11h às 17h
Centro, Pomerode - SC
Segunda a sexta, 10h às 18h; Finais de semana, 09h às 18h
Parque Barigui, Curitiba - PR
Terça a sexta, 13h30 às 16h45; Sábados e domingos, 10h às 17h45
Cidade Universitária, Belo Horizonte
Terça a sexta, 8h às 12h e 13h30 às 17h