O Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville é uma referência nacional na pesquisa e preservação da pré-história brasileira. O acervo revela o enigmático estilo de vida dos "construtores de sambaquis", populações caçadoras e coletoras que habitaram a baía da Babitonga há milhares de anos. Através de milhares de pontas de flecha de osso, cerâmicas, zoólitos (esculturas líticas em forma de animais de extrema precisão) e esqueletos fossilizados retirados dos amontoados de conchas da região, os visitantes viajam no tempo muito além do período da colonização européia.
Endereço
R. Dona Francisca, 600 - Centro, Joinville - SC, 89201-220, Brasil
Horário de funcionamento
Fechado agora
Quarta-feira | 10:00 – 16:00
Telefone
Ingressos
Entrada Gratuita
Acessibilidade
Possui Acessibilidade
Público
Ideal para Crianças
Visitas
Aceita Grupos
Fundação
14 de outubro de 1972
"O acervo original foi reunido por Guilherme Tiburtius, um estudioso de sambaquis que pesquisou, registrou, coletou e classificou diversos artefatos e sepultamentos de sítios que estavam sendo destruídos na região. Em suas buscas arqueológicas, principalmente nos sambaquis existentes na região de Joinville, juntou mais de doze mil peças. Posteriormente, acabou vendendo seu acervo para o município (em 1963). Em 1969 foi inaugurado o museu, em edifício provisório e, em 1972, construída sua sede definitiva. Desde então, o museu passou a atuar na preservação do patrimônio arqueológico do município. Os sambaquis são sítios arqueológicos e, como tais, são considerados patrimônio nacional e protegidos pela Lei Federal nº 3.924/1961. Eles são "testemunhos da ocupação de caçadores-coletores" que ocuparam a região costeira do que hoje conhecemos como Brasil. Definição de sambaqui: é uma elevação construída com restos de animais (conchas, ossos de peixes, aves, mamíferos e répteis), dispostos junto com esqueletos humanos, restos de fogueiras e, eventualmente, evidências de habitação. Os sepultamentos humanos geralmente são cobertos com conchas para que o material calcário preserve o que foi ali deixado. Há ainda estatuetas que geralmente reproduzem animais e cujo acabamento indica aprimorado sentido estético de quem as fez. A semelhança entre estas estatuetas encontradas em sítios distantes sugerem que estes grupos trocavam informações entre si. Artefatos utilizados para pescar, caçar e preparar alimentos e corantes também aparecem nos sítios. Os maiores sambaquis, com mais de 30 metros de altura, estão em Santa Catarina, em locais estratégicos da costa brasileira, próximo a enseadas, desembocadura de rios ou canais, lagunas, restingas, manguezais e florestas. A região da Baía da Babitonga, na qual Joinville está inserida, registra cerca de 150 sítios arqueológicos do tipo sambaquis, com datações que variam de 6 mil a 800 anos. A maioria dos sambaquis foram construídos perto de rios, lagos e mar, alguns com mais de 8 metros de altura. Os sambaquis e os pescadores/caçadores/coletores, que construíram estes patrimônios, são o foco do acervo e do trabalho do MASJ, uma Unidade da Fundação Cultural de Joinville. Há 41 sambaquis registrados e preservados na cidade. Infelizmente, muitos dos sambaquis foram destruídos durante a colonização e urbanização da cidade. A destruição de sambaquis para a extração de conchas e produção da cal foi intensa até 1961, quando a União tombou os sambaquis como patrimônios históricos e culturais."
"Pequeno e simpático. Possui no exterior painéis explicando a evolução humana com réplicas de crânios de hominídeos. Na parte interna, informações sobre os sambaquis comuns em Santa Catarina. Me incomodou na entrada um painel sem ligação com arqueologia, tratando de temas ligados à política identitária de extrema esquerda, reflexo de um sério problema que assola os museus pelo país: a formação marxista nos cursos de Museologia e História, que visam a "desconstrução da ideia de museu" e o uso do equipamento com o fim militante de "educar" (ou seja, doutrinar, conscientizar, catequizar) o público visitante."
"Edit: voltei para explicar o comentário que fiz, pois eu como uma pessoa apreciadora de locais de história dentro e fora do país, deixei claro o que achei do local e não disse que era uma exposição e sim que deveria ser considerado e no próprio local, na parte de fora tem informações do que seria uma réplica. Duvidar da capacidade da pessoa de entender ou "absorver" a ideia do local só remete ainda mais o que o local transmite, insuficiência. No dia, eu observei mais de 3 pessoas, entrarem e em menos de 5 minutos saírem com o rosto de: é só isso? Não deveria ser considerado um museu, o local tem uma sala e um corredor com materiais impressos, algumas réplicas e etc.. é mais uma exposição! Se você não é uma pessoa que lê, vc levará 5 minutos para ver as peças expostas."
"Espaço bem pequeno, embora seja muito organizado e com boas explicações. Poderiam ter um acervo maior e mais interativo."
"Entrada gratuita, com banheiro água e monitores simpáticos. Você encontra no museu artefatos arqueológicos e réplicas."
Mansões Park Way, Brasília - DF
Terça a domingo, 09h às 17h
Centro, Cidade de Goiás - GO
Terça a sábado, 09h às 16h45; Domingos, 09h às 12h40
Vila Olhos D'Água, Belo Horizonte - MG
Quinta a domingo, das 11h às 17h
Centro, Águia Branca - ES
Segunda a sexta, 8h às 15h (Finais de semana sob agendamento)
Nazaré, Belém - PA
Terça a quinta, 09h às 14h; Sexta a domingo 09h às 17h
Altiplano, João Pessoa - PB
Terça a sexta, 09h às 18h; Sábado e domingo, 10h às 18h
Cidade Jardim, Belo Horizonte - MG
Quarta a domingo, 10h às 18h