Instalado no suntuoso casarão que serviu de sede ao governo provincial no século XIX, o Museu do Piauí é o principal guardião da memória estadual. Batizado em homenagem ao historiador Odilon Nunes, o museu possui um acervo diversificado com mais de 7 mil peças, abrangendo desde fósseis e artefatos arqueológicos da Serra da Capivara até mobiliário imperial, porcelanas, numismática e uma pinacoteca com obras de renomados artistas piauienses. É um ponto fundamental para compreender a formação social e política do Piauí.
Endereço
R. Areolino de Abreu, 900 - Centro (Sul), Teresina - PI, 64000-180, Brasil
Horário de funcionamento
Fechado temporariamente
Telefone
Fundação
1934
"Museu do Piauí: O palácio foi construído em 1859 como residência do Comendador Jacob Manoel de Almendra e posteriormente funcionou o Palácio do Governo e a sede do judiciário do estado. O Museu do Piauí foi fundado em 1934, era uma seção do Arquivo Público do Estado do Piauí. O Museu se constitui aproximadamente de 7 mil peças distribuídas em 11 salas de exposição permanente e parte em reserva técnica, A disposição do acervo é feita em ordem cronológica. O primeiro espaço faz referência à cultura dos povos originários no estado. Peças pré-históricas (peixes e tronco fossilizados), machados primitivos, urna funerária, arcos, flechas. A sala seguinte exibe a cultura dos povos afrodescendentes há um tronco que pertenceu a uma fazenda escravocrata. Além de correntes, chicotes de metal e gargantilhas. Há também produções, peças que foram produzidas pelos escravizados, como potes e telhas que foram utilizados em fazendas no século XIX e telhas. No terceiro espaço há a representação do Piauí Colônia. Nessa sala há peças dos séculos XVIII e XIX, como espelhos de cristal, móveis que pertenceram a famílias com destaque político e econômico na sociedade piauiense, além de peças utilizadas em repartições da capitania no século XVIII. Há, por exemplo, espadas utilizadas no processo de colonização, e louças da Companhia das Índias, porcelanas chinesas e inglesas, mobiliário. E uma pintura do século XIX, uma representação da figura de Dom Pedro II, produzida por Victor Meirelles de Lima, em 1875. Os espaços seguintes são as salas da República Velha e da República Nova, que seguem a tendência dos espaços anteriores, expondo quadros, móveis, armas, itens de vestuário e documentos relacionados a esses períodos. O espaço seguinte faz referência a um quarto de fazenda. Lá, podem ser observadas peças de época, como rádios da época, cama, além de um baú chamado de “arca-cofre”. Em seguida, há um espaço dedicado à exposição dos materiais com os quais os piauienses trabalharam, produzindo itens simbólicos na história do estado. A disposição mostra objetos de couro, como chapéu e gibão de vaqueiro; pedra e metal, com panelões e peças de alambique; barro, como jarros e esculturas; têxteis e bordados, com o tear e o rebolo, almofada onde é produzida a renda de bilro; traçados, com as peças de palha de carnaúba. E também são expostas peças de artesanato em madeira, como quadros, barris e colheres. Na parte de cultura popular, são expostas representações do Bumba Meu Boi, do Congado, do Tambor de Crioula, Reisado e Cabeça de Cuia. Danças e representações culturais históricas no estado. E a última sala, Pinacoteca: possui obras importantes de arte contemporânea de renomados artistas piauienses (Afrânio Castelo Branco, Pindaro Castelo Branco. No local há uma grande peça, produzida por Fátima Campos, em argila vitrificada, representando a produção de renda no estado, na figura de uma mulher rendeira sentada diante do rebolo, produzindo a renda de bilro. Possui um Pátio, que antigamente era uma senzala, possuí dois canhões ingleses produzidos na época do reinado de Jorge III na Inglaterra. Uma peça em mármore bruto com o brasão do período imperial, datada de 1873. E por fim um painel com linha cronológica dos principais acontecimentos históricos do estado, desde o período pré-histórico até a terceira década do século XX."
"O local é bem iluminado e bem ventilado, há uma singela contribuição de entrada (R$ 5,00 apenas em cédulas), porém a experiência é maravilhosa, há guias turísticos disponíveis e jovens aprendizes que podem guiar inicialmente, há guias profissionais, exposições de artes plásticas, é um local histórico com uma ótima oportunidade de levar crianças de terceira infância (adolescentes de 15-17) e de segunda infância (12-14)."
"Bem localizado, tem um acervo muito grande contendo a história do Piauí, é bem bonito e espaçoso, falta manutenção e revitalização, é cobrado 5$ não aceita pix nem cartão um absurdo em pleno 2025!"
"Adorei a visitação, é um lugar cheio de arte e história, diversas alas e temáticas espalhadas em vários pontos do edifício. Ficamos maravilhados pela orientação guiada, pois nós ofereceu enriquecer a experiência e aprender bem mais do que conseguiríamos apenas observado. Valeu muito a visita!!"
"Lugar lindo, rico em detalhes em cada parte, há um cuidado e preservação presente em cada espaço. No dia que fui havia uma pessoa auxiliando e explicando cada parte do acervo. Com certeza é um lugar que se deve passar e apreciar o que tem de melhor nele."
Madalena, Recife - PE
Fechado temporariamente
Centro, Florianópolis
Terça a sexta, 10h às 18h; Sábados, 10h às 15h
Brás, São Paulo
Terça a domingo, 9h às 17h (Bilheteria até 16h)
Centro Histórico, Petrópolis
Terça a domingo, das 10h às 18h
Centro, Pelotas
Terça a sábado, 13h às 19h
Centro, Rio de Janeiro
Terça a sexta, das 9h às 16h
Santa Teresa, ES
Terça a domingo, das 8h às 17h
Bom Retiro, Curitiba
Seg-Qua: 8h30-11h30, 14h30-17h30 | Sex: 8h30-11h30 | Dom: 9h-12h (Agendamento obrigatório)