Localizado próximo aos monumentais Cânions do Rio São Francisco, o MAX é um centro de referência internacional na preservação do patrimônio pré-histórico da região. O acervo é fruto das escavações realizadas durante a construção da Usina Hidrelétrica de Xingó e reúne mais de 50 mil peças, incluindo esqueletos humanos de 8 mil anos, pinturas rupestres, cerâmicas e ferramentas de pedra lascada. O museu narra a ocupação humana no Vale do São Francisco desde milênios atrás, oferecendo uma aula sobre a adaptação e a cultura dos povos antigos do sertão.
Endereço
Canindé de São Francisco - SE, 49820-000, Brasil
Horário de funcionamento
Fechado agora
Segunda-feira | Fechado
Site
Telefone
Acessibilidade
Acessibilidade Plena
Público
Ideal para Crianças
Visitas
Aceita Grupos
Fundação
2000
"Muito bacana conhecer sobre a cultura e origens do povo da região. É importante ficar atento com os dias e horários de funcionamento para não dar de cara com portões fechados. Fomos em uma quarta feira, logo cedo, nao tuve ptoblemas para estacionar ou com demoras. Cobraram um valor simbólico de $15,00/pessoa, mas nao aceitam cartões nem PIX. Uma monitora apresentou alguns esclarecimentos logo na entrada, deixando-nos à vontade mas sempre pronta para esclarecimentos. Valeu demais a visita, impressionante a cultura e modo de vida dos ancestrais da região e o trabalho dos arqueólogos."
"Muita riqueza na história de Sergipe . Um canto do país pouco conhecido da sociedade . Lugar muito lindo 😍"
"Museu com peças interessantes, vale a visita! Contam sobre a história dos seus artefatos e a história local também. Os fosseis originais (que tem quase 9.000 anos) encontrados durante a construção da represa estão expostos lá, e a equipe do museu dá explicações detalhadas sendo muito prestativa!"
"É um espaço legal, os atendentes são gentils, porem o lugar não tem muitas peças de arqueologia"
"O MAX é uma referência em Museu de Arqueologia em todo o Brasil. Está sob sua guarda um rico acervo proveniente de diversos sítios arqueológicos, sobretudo de contexto funerário, que evidenciam os rituais de vida e morte dos antigos grupos indígenas que viviam nessa região do Nordeste brasileiro. Vale muito a pena conhecer! As fotos a seguir são registros da minha vista de pesquisadora pelos caminhos entre as reservas técnicas e o laboratório."
Ponta d'Areia, São Luís
Diariamente (Área externa); Exposições em horário comercial
Centro, Vitória
Terça a sexta, 10h às 18h; Sábados e domingos, 10h às 16h
Centro Histórico, Petrópolis
Terça a domingo, das 10h às 18h
Avenida Paulista, São Paulo
Terça, 10h às 20h; Quarta a domingo, 10h às 18h; Sexta, 10h às 21h
Em transição de sede (Antiga Faria Lima)
Consulte o site para localizações itinerantes e nova sede em SJC
Centro, Maceió
Terça a sexta, 09h às 17h (Recomenda-se confirmar agendamento)
Centro Histórico, Itu
Terça a domingo, das 10h às 17h
Sousa, PB
Terça a domingo, 08h às 17h