O Museu Cafua das Mercês funciona no local que outrora serviu como entreposto de comercialização de pessoas escravizadas em São Luís. Hoje, o espaço é um museu de resistência, abrigando um acervo de artefatos de matriz africana, instrumentos de tortura do período colonial (como lembrança da dor e luta) e objetos de culto religioso. É um ponto fundamental para a memória da diáspora africana no Maranhão e para o fortalecimento da consciência negra na capital.
Endereço
Historic Center - Vila Maranhão, São Luís - MA, 65010-280, Brasil
Horário de funcionamento
Aberto agora
Sexta-feira | 09:00 – 18:00
Telefone
Ingressos
Entrada Gratuita
Público
Ideal para Crianças
Visitas
Aceita Grupos
Fundação
1972
"Museu Cafua das Mercês (Praça da Liberdade): Localizado ao lado Convento Dona Mercês, antigo bairro das grandes casas, comerciais do Maranhão, no início do século XIX, a Cafua das Mercês também conhecida como Museu do Negro é um espaço cultural destinado a preservação da memória da forte presença da cultura afro no Maranhão. Neste espaço museológico encontram-se instrumentos do período da escravidão, e uma valiosa coleção de arte africana proveniente de diversas regiões e etnia da África, a exemplo de grupos culturais como Bambara, Dogon, Senufo. Cafua das Mercês era um antigo depósito de escravos, construído no século XVIII para receber os africanos, que desembarcavam no Portinho vindos da África, para ali serem comercializados. O aspecto sombrio do prédio, em estilo colonial, de fachada uniforme, contendo apenas uma porta principal ladeada e encimada por seteiras centradas em nicho emoldurados por argamassas, constituindo as únicas aberturas de luz e ventilação do prédio. O prédio é pequeno com apenas dois pavimentos, com um compartimento cada, embora se saiba que o mesmo já ocupou área bem maior e que no seu interior havia outros compartimentos. Revestido de cantaria e cercado por um alto muro de pedras neste pátio existe uma réplica de pelourinho, outrora existente no Largo do Carmo. No térreo eram armazenados os escravos adultos. Na parte superior do edifício ficavam os idosos, mulheres e crianças. Na parte externa, possui duas pedras que eram parte do mecanismo do moinho, e posteriormente utilizado para prender alguns escravos, ainda é possível visualizar a corrente da época de 1775. E também uma grande de meia tonelada toneladas era usada como tampa para um buraco (uma cova coletiva), eram utilizados para os escravos que morriam no casarão, e também pessoas vivas. É exatamente dessa cova que surge o nome do local (Cafua) é um dialeto Manto (negro), que significava cova, caverna ou local escuro. E (Mercês), pelo convento em frente, e também significa misericórdia."
"Vale muito a pena visitar, o espaço é pequeno e a visita é bem rápida. Uma parte cruel da nossa escravidão"
"Sou estudante de turismo da UFMA, recentemente fiz uma visita ao museu e o mediador conhecido como JC foi muito acolhedor, fez uma ótima mediação e, nossa... Que história tenebrosa."
"Ótima programação pra incluir em um passeio pelo centro histórico de São Luís. A entrada é guiada e gratuita."
"ATUALMENTE SE ENCONTRA FECHADO. Aparenta estar em reformas e, externamente, em mau estado de conservação. Estive lá em 28/11/2018, quarta-feira, e estava com as portas fechadas."
Em transição de sede (Antiga Faria Lima)
Consulte o site para localizações itinerantes e nova sede em SJC
Catete, Rio de Janeiro
Quarta a domingo, das 11h às 17h
Carniel, Gramado
Todos os dias, 08h às 18h
Largo de Santo Antônio, Salvador - BA
Terça a domingo, 10h às 18h
Água Verde, Curitiba
Segunda a sexta, 10h às 17h30
Centro Sul, Cuiabá
Segunda a sexta, 09h às 17h
Sitiócas Campo Belo, Dourados
Consultar horários de atividades culturais
Centro, Chapada dos Guimarães
Quinta a domingo, 07h30 às 17h30